Anonymous asked:
Seja quem você quiser, mas não esqueça quem você realmente é.
Não consigo esquecer,
o gosto do seu beijo,
e o aconchego do teu abraço.
Vai ter medo? Vai bater medo? Já está com medo? Coloco esse medo no bolso, e vai viver!
Eu sei que não sou nada perfeita. Tenho meus traumas, meus dramas, minha confusão, meu caos. Eu já sofri muito por achar que eu teria que mudar para que as pessoas gostassem de mim, eu achava que o problema era eu, mas agora eu me aceito do jeito que eu sou e espero que você entenda e aceite também. Eu sou isso que você está vendo. Todas as minha cartas estão na mesa. Eu estou transparente pra você. Você tem que saber que sou cheia de cicatrizes profundas, carrego em minhas bagagens todas as decepções que vivi, todos os amores que amei e todos os sonhos que sonhei. Sou cheia de surpresas e as vezes necessito de carinho todos os minutos do dia. Eu sou uma completa bagunça, tenho mil defeitos e as vezes não consigo entender porque não sou o bastante para alguém. Depois de várias decepções, criei ao meu redor diversas armaduras para manter as pessoas a uma distância segura para que não ultrapassem e se encontrem muito próximas a minha alma, mas vou confessar que só preciso de alguém que realmente demonstre que se importa. Tudo em mim é demais. Saiba que essa que vê é tudo que sou, vezes uma flor colorida, vezes fechada e vezes murcha e sem cor, mas levo quem amo sempre em meu coração, os guardo e os motivo a seguir em frente. Se confio me dou por inteiro e nunca me arrependo do que digo ou faço. Eu sempre protejo quem amo, e as vezes sou dura demais com minha sinceridade, mas essa é minha forma de cuidar. Perdoo com facilidade e sempre me entrego com alma e vigor para entender o coração dos outros, pois sei como é bom se sentir confortável na companhia de alguém. Se você ainda quiser ficar ao meu lado e misturar seu caos e sua bagunça com a minha, te amarei e cuidarei do nosso amor para que seja puro e sincero. Mecha as minhas cartas e as arrume, balance meu corpo e derrube todas as minhas armaduras, seja meu conforto e minha paz e eu serei sua. E agora? você ainda quer ficar?
Anonymous asked:
writtenforhstyles-deactivated20 answered:
N/A: Olá, tudo bom? espero que goste do seu pedido -se não gostar, diz que eu reescrevo pra você.-, manda ask dizendo o que achou, eu vou ficar muito feliz em saber sua opinião. Desculpa pela demora, e obrigada pelo pedido.
“Amor?” Harry chamou por S/N que estava no banheiro sentada ao lado da privada, ela não estava bem; seu rosto estava pálido, náuseas e dores de cabeça não a davam paz já á alguns dias. Suas mãos massageava seu couro cabeludo, tentando de alguma forma aliviar a dor.
Harry estava aflito em ver sua esposa naquela situação, em tantos anos de relacionamento nunca tinha a visto tão mal. Ele estava achando todos os sintomas muito estranhos; sua indisposição, sono excessivo e enjoos, estavam trazendo vários pensamentos para sua mente.
“Uh?” Ela gemeu inclinando seu rosto na direção dele.
“Nós deveríamos ir ao médico, baby.” Ele disse se aproximando de S/N, que estava encolhida, ajudou-a a se levantar e a guiou até o quarto.
“Não precisa, Harry.” Ela sussurrou, não era como se ela estivesse morrendo; se estivesse, ela até cogitaria a ideia de ir a um hospital.
“Sabe amor, eu estava pensando…” Ele suspirou e a ajudou a deitar-se antes de completar sua frase e deitar-se também. “Não sei, será que… não teria nenhuma chance de você estar gravida?” Um sorriso iluminou seu rosto só em pensar nessa hipótese.
“Não sei.” Ela disse baixinho escondendo seu rosto no pescoço do marido. Eles eram casados há cinco anos, ter um filho sempre foi um sonho compartilhado pelos dois, mas nunca quiseram planejar; sempre acharam que quando acontecesse seria mágico, queriam que tudo ocorresse naturalmente. “Você sabe… não é como se fosse impossível.” Ela continuou, um sorriso bobo já brincava em seus lábios.
“Só em imaginar essa possibilidade, eu já fico feliz.” Harry aperta S/N em seus braços. “Você acha mesmo que pode ser?” Ele perguntou deixando transparecer toda a sua excitação com o momento. Afinal, ele poderia estar prestes a realizar seu maior sonho.
“Eu acho.” Ela disse rindo um pouco.
O período de S/N não estava atrasado, mas o mal estar dos últimos dias e as pequenas porém, inegáveis mudanças em seu corpo tinham que ser levadas em consideração.
“Eu vou à farmácia comprar um teste.” Harry disse de repente, já se sentando a beira da cama e calçando seus sapatos. “Eu estou muito ansioso para descobrir.” Continuou rápido.
“Amor, não crie tantas expectativas.” Ela pediu, tinha medo de Harry ficar mal se não fosse o que pensavam. “Pode ser apenas uma virose.”
“Tudo bem, querida.” Ele disse deixando um beijo em sua testa, S/N só estava querendo protege-lo, mas já não era possível deixar essa ideia de lado. Eles tinha um casamento maravilhoso, e uma criança só traria mais alegria para a vida de ambos. Harry se agarrou em pensamentos positivos, e uma sensação gostosa atingiu seu peito. “Fica aqui bem confortável, eu não demoro.” Ele disse selando os lábios dela. “Eu te amo.”
“Eu também.” Ela respondeu baixinho, Harry se afastou da cama e foi em direção à porta. Desceu rapidamente as escadas, e pegou as chaves de seu carro que ficavam sob a mesinha perto da porta e saiu logo em seguida. Era como se todas as suas ações fossem automáticas, ele só conseguia pensar na possibilidade de receber uma das melhores noticias de sua vida. Ansiedade e euforia descreveria a energia que o rodeava.
Não demorou mais que 30 minutos para um Harry agitado entrar no quarto novamente, S/N estava no mesmo lugar que ele deixou. Ela encarou a sacolinha nas mãos dele, e um choque percorreu todo o seu corpo.
S/N levantou lentamente e foi em direção a Harry, que entregou a sacolinha a ela. Antes que ela se virasse para ir ao banheiro, ele puxou seu braço suavemente. “Eu quero que saiba que não importa o resultado, eu sempre vou te amar.” Ele acariciou o rosto dela, e colocou uma mecha de cabelo atrás de sua orelha. “Nós temos todo o tempo do mundo para fazer um bebê.” Ele disse arrancando uma risada dela.
“Obrigada por dizer isso.” Ela beijou seus lábios e entrou no banheiro fechando a porta atrás de si.
S/N se olhou no espelho; suas bochechas haviam ganhado cor tamanha era sua emoção, um sorriso esperançoso não deixava seus lábios, e uma onda de confiança atravessou seu corpo. Ela abaixou a cabeça, e encarou a caixinha em suas mãos. Leu todas as instruções e seguiu a risca todas elas, o teste prometia não só tirar sua dúvida, ele, além disso, mostraria quantas semanas tinha sua possível gestação.
Os minutos de espera do resultado pareciam uma eternidade, suas mãos passavam repetidamente por seus cabelos em puro sinal de nervosismo. Encarava todos os cantos daquele banheiro, vários pensamentos vinham a sua cabeça, e isso deixava aquele momento mais assustador. A ansiedade pela resposta fazia seu estomago revirar, tudo estava acontecendo em câmera lenta.
Depois de alguns minutos de tensão, S/N pegou o teste em cima da pia e antes de olhar pediu a Deus com todas as suas forças que fizesse a vontade dele. Todos os pelos de seu corpo se arrepiaram em antecipação, ela fechou seus olhos, e abriu alguns segundos depois encarando o resultado.
Seus olhos se encheram de lágrimas quando leu o ‘Positivo’ escrito na pequena tela, ‘quatro semanas’ podia ser lido em letras miúdas, logo abaixo. Soluços escapavam de sua boca, junto com vários ‘obrigada’, ela seria mãe. Seu sonho estava se tornando realidade.
Harry que estava impaciente do outro lado da porta, ouviu os soluços de sua mulher. Uma expressão preocupada tomou seu rosto.
“Amor, você está bem?” Ele perguntou tentando abrir a porta, que estava trancada.
S/N abriu a porta devagarzinho; seu rosto coberto por lágrimas, seus olhos encarando o teste em suas mãos.
“Positivo.” Ela sussurrou apenas.
Ele não disse nada, sua boca abriu varias vezes tentando formular alguma frase. Ele a abraçou apertado, sua grande mão acariciava seus cabelos. Beijou toda a extensão do rosto dela sentindo o gosto salgado de suas lágrimas, S/N sorria sentindo todo o encanto e felicidade do momento.
“Eu… eu vou ser pai.” Ele sussurrou para ela. “Obrigado meu amor, muito obrigado.” Lágrimas deixaram seus olhos também, era inexplicável a sensação daquele momento. Seu peito doía de tanta alegria.
S/N e Harry ficaram o resto daquele dia comemorando a novidade, já faziam planos e conversavam sobre os possíveis nomes para o bebê. Falavam baixinho um para o outro o quanto estavam felizes e o quanto já amavam aquela sementinha do amor, era o momento mais gostoso da vida deles.
Logo pela manhã do dia seguinte S/N e Harry foram até uma clínica para ter certeza absoluta do resultado, algumas horas depois seus olhos se encheram de lagrimas outra vez quando o resultado foi confirmado, naquela mesma semana teria sua primeira consulta com uma obstetra, ela estava ansiosa para saber se o pequeno ser dentro dela estava bem. Harry, não poderia estar mais animado, cuidava de S/N como se não houvesse nada mais importante, e para ele não havia mesmo. A mulher que ele escolheu para passar o resto de sua vida lhe daria um filho, e ele queria proteger o máximo possível os dois maiores amores de sua vida, e era isso que ele iria fazer dali em diante.
Harry agarrou a mão de S/N, entrelaçando seus dedos. O vento balançava seus cabelos da moça, e seu rosto, agora com um brilho diferente, fazia o sorriso de Harry se iluminar. Eles subiram os dois degraus fincando na frente da porta da casa de Anne, mãe de Harry. Fazia algumas semanas que eles haviam descoberto que um bebê estava a caminho, e quando dividiram a noticia com a família Anne fez questão de comemorar com um almoço em sua casa.
S/N tinha apenas 8 semanas de gestação, sua barriga não apresentava nenhum sinal de mudanças, apenas seus seios estavam mais fartos. Mesmo assim, elogios e abraços não foram poupados quando sua sogra a recebeu.
“Você está tão linda, querida.” Anne disse ainda com seus braços rodeados em torno de S/N.
“Obrigada.” Ela disse tímida, apesar dos anos de convivência, ainda ficava extremamente nervosa quando se tratava da família de Harry.
“Estou tão ansiosa para ver essa barriguinha crescer.” Sua sogra continuou, era seu primeiro neto; ela estava tão entusiasmada.
“Oi, mãe. Estou ótimo e a senhora?” Harry brincou tentando chamar a atenção de sua mãe, era incrível vê-la tão alegre. Dava para ver de longe a felicidade dela quando o assunto era o bebê.
“Oh, criança.” Ela disse abraçando seu filho. “Meu amor, parabéns por isso. Eu estou tão feliz por vocês.” Disse sorrindo e soltou Harry, ainda não tinha caído a ficha de que seu menino seria pai.
“Obrigada, mãe.” Ele disse abraçando sua esposa desajeitadamente, o que fez Anne rir.
“Venha S/N, você precisa comer alguma coisa. O almoço ainda vai demorar um pouco para ficar pronto.” Ela suspirou, agarrando a mão de S/N e a levando até a cozinha. Harry permaneceu na sala para assistir alguma coisa que passava na TV.
Algum tempo depois, todos os convidados para o pequeno almoço já tinham chegado. S/N ainda estava na cozinha com Anne, mas agora as duas estavam acompanhadas de Gemma, algumas das primas e uma tia de Harry, esse que estava na sala conversando com alguns de seus parentes e amigos mais próximos da família.
Risadas e vozes enchiam toda a cozinha, as meninas falavam sobre tudo, agora que a pauta ‘gravidez de S/N’ tinha saído um pouco do foco, elas beliscavam algumas das muitas guloseimas que estavam em cima do balcão, ao mesmo tempo que todas ajudavam Anne com as tarefas.
S/N e a tia de Harry estavam sentadas próximas a bancada, uma garrafa de vinho estava ali e S/N quase como se fosse automático se serviu de uma taça. Bebericava sua bebida enquanto ria de alguma coisa que Gemma tinha acabado de falar, todas estavam muito alegres, e a conversa estava mais que animada.
O som da porta da cozinha sendo aberta assustou a todas, S/N lançou seus olhos em direção ao barulho e ficou confusa quando viu Harry com uma expressão nada amigável.
“Isso é uma piada, certo?” Ele perguntou chamando a atenção de todas para si. “Você só pode estar brincando comigo.”
“O que?” S/N perguntou ainda confusa.
“O que?” Harry passa seus dedos pelos cabelos, seu rosto adquirindo um tom vermelhado tamanha era sua raiva. “Por um acaso você esqueceu que está gravida?” Ele perguntou aos berros.
“Claro que não, Harry.”
“Não é o que parece.” Ele disse se aproximando e tirando a taça de sua mão. “Você é uma irresponsável, por que estava bebendo?”
“Harry, é só uma taça de vinho, não vai fazer mal.” S/N disse se levantando, seu rosto queimou quando notou que todas a encaravam.
“É, Harry. Se acalma!” Gemma tentou se aproximar do irmão mas ele a afastou.
“Me acalmar?” Harry riu sarcástico. “Como posso me acalmar quando a mãe do meu filho parece não se importar com ele?” Ele disse tudo rápido e olhando para sua esposa.
“Realmente acha isso de mim?” Ela perguntou.
S/N não esperou seu marido responder, apenas saiu da cozinha as pressas; pegou sua bolça e casaco e saiu correndo da casa de Anne, ela podia ouvir Harry gritando seu nome mas nem se quer olhou para trás. Milagrosamente um táxi passou por ela e S/N não hesitou em entrar.
Ela pediu para o taxista deixa-la em um Caffe um pouco afastado do centro, ela pensou que Harry nunca a encontraria ali, e seu plano deu certo. Passou a tarde e o comecinho da noite sentada em uma mesa mais isolada chorando baixinho enquanto comia muffins e tomava vários frapuccinos. Ela estava muito chateada, e os hormônios não a ajudavam a melhorar.
Depois de muito pensar, resolveu voltar para casa. As palavras de Harry haviam a machucado muito, e ela restava realmente mal. Ele deveria saber que poderia falar qualquer coisa, menos que ela não se importava com seu bebê. Poxa, ela sempre sonhou em ser mãe e esperava ser a melhor nisso, e ouvir tudo aquilo de seu marido tirou toda a sua confiança.
O táxi estacionou na frente de sua casa, e ela desceu logo após pagar o motorista. S/N caminhou devagar e abriu a porta com cuidado, estava torcendo para Harry não estar em casa, ela não estava pronta para vê-lo ou para conversar sobre o que aconteceu mais cedo.
Nada disso valeu muito apena, no momento que ela abriu a porta um Harry com o rosto coberto de lagrimas a abraçou com força, ela se quer consegui sair do abraço. Harry falava algumas coisas mas ela não conseguia entender nada, apenas deixou que sua bolça caísse de sua mão e chocasse contra o assoalho de madeira.
“Você está bem? Eu fiquei tão preocupado.” Ele perguntou rápido, lagrimas saindo de seus olhos enquanto ele analisava S/N, sentiu seu coração aliviar quando viu que aparentemente nada estava errado.
“Estou bem.” Ela disse e se afastou dele seguindo em direção ao quarto.
“Me perdoe pelo que eu disse? Por favor.” Ele pediu interrompendo o caminho dela.
S/N riu um pouco e olhou em seus olhos. “Você fala todas aquelas coisas e espera que algumas lágrimas me façam de perdoar?”
“Por favor amor, foi apenas um momento de raiva. Me perdoa, por favor.” Ele implorou.
“Harry eu estou cansada, quero tomar um banho. Será que eu posso?” Sua voz tinha um tom frio, não estava com raiva dele mas ainda estava magoada.
“O que quer que eu faça? Me ajoelhe?” Ele perguntou em desespero. “Eu me ajoelho.” Harry dobrou seus joelhos em sua frente, suas mãos agarrando o vestido dela, seus olhos ainda deixavam lagrimas cair.
“Harry, levanta.”
“Amor, me desculpa. Eu sei que fui muito duro com você hoje, mas é o nosso primeiro filho. E caralho, eu estou tão feliz e assustado ao mesmo tempo.” Ele suspirou e pegou um pouco mais de folego. “Eu tenho tudo, eu tenho vocês. E é uma dor horrível pensar em perder isso, eu quero proteger vocês de tudo, e quando eu vi você com aquela taça na mão, eu fiquei com tanto medo disso me fazer perder o que eu tenho.”
S/N agachou e ficou na altura de Harry, lágrimas já molhavam seu rosto novamente. Ela conseguiu sentir toda a sinceridade nas palavras de Harry, um sentimento de culpa se instalou em seu peito. Ela sabia que uma taça de vinho poderia trazer riscos mínimos para sua gravidez, mas deveria ter pensado mais em Harry que desde que descobriu do bebê dobrou seus cuidados com ela.
“Tudo bem, amor.” Ela sussurrou o abraçando e deixando um carinho em seus cabelos. “Me desculpe por ter feito você se sentir assim, eu realmente agi de forma irresponsável e nem se quer pensei em como você se sentiu.”
“Amor…”
“Eu sou muito grata por ter você ao meu lado, e tenho que te agradecer por cuidar de mim e do nosso bebê.” Ela disse sendo ajudada por Harry a se levantar. Eles caminharam até o sofá e sentaram se embolando um no outro. “Você sempre foi um anjo na minha vida.” S/N acariciava o rosto de Harry, que sorria com suas palavras.
“Eu te amo.” Ele disse e beijou os lábios dela lenta e delicadamente. “Não some de novo não, eu já estava ficando louco.”
“Eu também te amo, e prometo tentar te compreender mais.” Ela disse deixando mais beijos em seus lábios.
Harry e S/N foram para o quarto, o dia tinha sido exaustivo e pesado. Eles precisavam descansar, depois de um banho demorado de banheira, os dois deslizaram na cama. Uma das mãos de Harry acariciava a barriga sem nenhum volume aparente de S/N, enquanto seu rosto estava mergulhado nos cabelos dela inalando o cheiro bom de flores que tinha ali.
“Eu te amo.” Ela sussurrou para ele, seus olhos fechados quase se entregando ao sono.
“Eu também.” Ele sussurrou de volta, seu coração estava leve. Sua família estava segura e protegida em seus braços, e ele iria lutar para continuar assim.